| A Herança dos Grupos Sangíneos | | | |
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| Qua, 01 de Setembro de 2010 00:00 | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A Herança dos Grupos Sangíneos1. Sistema ABO► É o sistema que retrata a herança dos grupos sangüíneos A, B, AB e O. Deve-se ao cientista austríaco Karl Lands-teiner o mérito da descoberta dos grupos sangüíneos do sistema ABO. Pois ele, na tentativa de explicar o motivo pelo qual ocorria complicações fatais após trans-fusões sangüíneas, acabou descobrindo a existência dos quatro grupos. ► Alelos: IA, IB e i – esses alelos são respon-sáveis pela codificação para a síntese, respecti-vamente, dos aglutinogênios A, B e de uma enzima inativa.
► Mecanismos: polialelia, co-dominância e dominância completa. ► Transfusão sangüínea Sabe-se que nas hemácias há uma taxa muito mais elevada de aglutinogênios (antígenos) do que a taxa de aglutininas no plasma. Sendo assim para que uma transfusão seja compatível deve-se observar o seguinte:
![]() ► Efeito Bombaim (falso O) A descoberta detalhada genética e bioquímica da manifestação dos grupos sangüíneos do sistema ABO trouxe a explicação para um fenômeno até en-tão curioso e comum em Bombaim (Índia ). Neste caso os indivíduos, mesmo que possuam alelos para san-gue A ou para sangue B, são identificados como pertencentes ao grupo O pelos testes convencionais. Isso acontece porque no sistema ABO há dois lócus: o lócus H e o lócus ABO.
2. Sistema Rh ► determina se o sangue é do tipo Rh+ (positivo) ou Rh- (negativo). Landsteiner e Wiener descobriram este sis-tema estudando o macaco do gênero Rhesus, vindo daí a denominação Rh. Eles verificaram que após misturar soro (extraído de cobaias) com o sangue humano em alguns casos (85%) havia aglutinação das hemácias (comprovando a existência do fator Rh), já nos outros casos (15%) não se observava a aglutinação devido à ausência do fator Rh. ► Alelos: R e r. ► Mecanismo: dominância completa. Os indivíduos do sistema Rh (Rh–) não apresen-tam anticorpos prontos, ao contrário do sistema ABO, portanto eles devem receber uma transfusão ou ter um contato sangüíneo para que haja sensibilização e produção dos anticorpos.
► Eritroblastose fetal (Doença hemolítica do recém nascido – DHRN) Trata-se de uma doença caracterizada pela manifestação de anemia profunda, icterícia, aumento do fígado e do baço e possibilidade de perturbações mentais. Para que ela não aconteça tem que se obedecer as seguintes condições:
Para evitar a DHRN deve-se aplicar uma vacina na mãe, até o terceiro dia após o parto, contendo anticorpos anti-Rh+. 3. Sistema MN ► Determina se o indivíduo é do grupo M do grupo N ou do grupo MN. Também descoberto por Landsteiner com o auxílio de Philip Levine, eles concluíram que quando uma pessoa do grupo M tem contato com sangue N, o primeiro produz anticorpos anti-N; Já no caso de um indivíduo N receber sangue do tipo M, aquele será estimulado a produzir anti-M. O sistema MN causa problemas somente quando são feitas transfusões repetidas vezes. ► Alelos: M e N. ► Mecanismo: co-dominância.
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1. Sistema ABO ► É o sistema que retrata a herança dos grupos sangüíneos A, B, AB e O. Deve-se ao cientista austríaco Karl Landsteiner o mérito da descoberta dos grupos sangüíneos do sistema ABO. Pois ele, na tentativa de explicar o motivo pelo qual ocorria complicações fatais após transfusões sangüíneas, acabou descobrindo a existência dos quatro grupos. ► Alelos: IA, IB e i – esses alelos são responsáveis pela codificação para a síntese, respectivamente, dos aglutinogênios A, B e de uma enzima inativa.
► Mecanismos: polialelia, co-dominância e dominância completa. ► Transfusão sangüínea Sabe-se que nas hemácias há uma taxa muito mais elevada de aglutinogênios (antígenos) do que a taxa de aglutininas no plasma. Sendo assim para que uma transfusão seja compatível deve-se observar o seguinte:
► Efeito Bombaim (falso O) A descoberta detalhada genética e bioquímica da manifestação dos grupos sangüíneos do sistema ABO trouxe a explicação para um fenômeno até en-tão curioso e comum em Bombaim (Índia ). Neste caso os indivíduos, mesmo que possuam alelos para san-gue A ou para sangue B, são identificados como pertencentes ao grupo O pelos testes convencionais. Isso acontece porque no sistema ABO há dois lócus: o lócus H e o lócus ABO.
2. Sistema Rh ► determina se o sangue é do tipo Rh+ (positivo) ou Rh- (negativo). Landsteiner e Wiener descobriram este sis-tema estudando o macaco do gênero Rhesus, vindo daí a denominação Rh. Eles verificaram que após misturar soro (extraído de cobaias) com o sangue humano em alguns casos (85%) havia aglutinação das hemácias (comprovando a existência do fator Rh), já nos outros casos (15%) não se observava a aglutinação devido à ausência do fator Rh.► Alelos: R e r. ► Mecanismo: dominância completa. Os indivíduos do sistema Rh (Rh–) não apresentam anticorpos prontos, ao contrário do sistema ABO, portanto, eles devem receber uma transfusão ou ter um contato sangüíneo para que haja sensibilização e produção dos anticorpos.
► Eritroblastose fetal (Doença hemolítica do recém nascido – DHRN) Trata-se de uma doença caracterizada pela manifestação de anemia profunda, icterícia, aumento do fígado e do baço e possibilidade de perturbações mentais. Ela ocorre na seguinte condição:
Para evitar a DHRN, deve-se aplicar uma vacina na mãe, até o terceiro dia após o parto, contendo anticorpos anti-Rh+. 3. Sistema MN ► Determina se o indivíduo é do grupo M do grupo N ou do grupo MN. Também descoberto por Landsteiner com o auxílio de Philip Levine, eles concluíram que quando uma pessoa do grupo M tem contato com sangue N, o primeiro produz anticorpos anti-N; Já no caso de um indivíduo N receber sangue do tipo M, aquele será estimulado a produzir anti-M.O sistema MN causa problemas somente quando são feitas transfusões repetidas vezes. ► Alelos: M e N. ► Mecanismo: co-dominância.
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